O vinho é a mais sofisticada de todas as bebidas. O prazer em sua degustação é a combinação complexa de várias de suas características, como a coloração, os sabores, os aromas, os tipos de uvas, a estrutura, o nível alcoólico, entre outras.

Há mais de 9.000 tipos de uvas que podem ser utilizadas para produzir vinhos. Cepas brancas, como Alvarinho, Loureiro, Arinto, Moscatel e Malvasia Fina. Ou as tintas, como a Touriga Nacional, Baga, Castelão, Trincadeira, e as famosas Cabernet e Malbec, por exemplo. E, também, há cepas de tons rosados, como a Milleau, Cereza Italiana, ou a Saint Tomaint.

É, principalmente, a partir do tipo de uva selecionado para a produção do vinho que se obtém sua cor, assim como seus aromas e sabores primários. Ou seja, sem parecer óbvio demais, de forma geral, podemos dizer que as uvas brancas produzem vinhos brancos e das uvas tintas faz-se o vinho tinto. Contudo, é possível a combinação de uvas para se obter variações de cores, e até para fixar a coloração de um vinho. Vejamos um pouco mais sobre as equivalências e as distinções entre os vinhos destas três categorias.

Vinhos tintos

Os vinhos tintos são obtidos do mosto extraído de uvas tintas, a exemplo das castas citadas anteriormente. Em suas muitas variações, os vinhos tintos são os prediletos na maior parte dos mercados consumidores mundiais.

Das mais de 9.000 cepas produzidas no mundo, 55% são uvas tintas. E as uvas viníferas mais cultivadas são a Cabernet Sauvignon e a Merlot, em grande parte pela sua apreciação por enófilos de todo o mundo, mas também pela facilidade do seu cultivo. São castas que se adaptam facilmente a diversos terroirs.

Em geral, os vinhos tintos são mais apreciados por serem mais encorpados e por terem os taninos em destaque, favorecendo ricamente a harmonização com vários ramos da gastronomia.

O mosto do vinho tinto é produzido com a polpa e as cascas das uvas, obtendo-se, assim, a coloração viva que é sua marca, e, em alguns casos, com as sementes, potencializando a presença de taninos em seu sabor.

Os aromas dos tintos também encantam. Carregados de notas de frutas vermelhas, além da força de notas amadeiradas ou terrosas presentes em celebrados rótulos.

Os vinhos tintos se popularizaram também por serem ricos em polifenóis, micronutrientes advindos da casca da uva com características antioxidantes, que auxiliam no combate a toxinas e aos radicais livres. Daí a recomendação para se tomar uma taça de vinho por dia.

Vinhos brancos

Os vinhos brancos, a seu expediente, são marcados por um sabor frutado e coloração cristalina, às vezes, citrina, às vezes, amarelada. Muito refrescantes e excelentes para harmonização com pratos de sabor leve, por exemplo, aves de carne branca e receitas à base de peixes e frutos do mar.

Assim como a casta Cabernet é a mais importante no mundo dos tintos, a uva Chardonnay é tida como a rainha entre os vinhos brancos, sendo muito utilizada também para a produção de espumantes.

Há muitos vinhos brancos que são simplesmente deliciosos, de boa estrutura e personalidade, apesar de sua leveza. O frescor, resultante de sua acidez, é a verdadeira marca de um bom vinho branco, sem, contudo, prejudicar o sabor destacado da uva, seguido de sabores secundários de frutas como pêssegos e damascos, proporcionando um doce equilíbrio.

Vinhos rosés

Os vinhos rosés são muito sofisticados e ideais para serem servidos frios nos períodos mais quentes do ano. É uma elegante opção para harmonização com massas leves, saladas, carnes exóticas e crustáceos.

O mosto do vinho rosé é obtido pela prensa combinada de uvas tintas e rosadas, sem o descarte das cascas, resultando em tons rosas, passando por tons próximos do coral e podendo ter uma cor como a da palha, contribuindo para a presença de sabores marcantes. Seu sabor tem uma acidez levemente acentuada, beirando a um tom picante, que ganha expressão no destaque de notas de morango e framboesa entre seus aromas.

Um vinho que merece lugar à mesa em uma ocasião especial!

Os vinhos portugueses

Portugal é um dos mais importantes produtores mundiais de vinho. Suas regiões são privilegiadas e sediam o cultivo de mais de 250 tipos de uvas autóctones, e seus produtores habilidosos e articulados. O resultado é uma variedade extraordinária de vinhos de qualidade.

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